Blog na Floresta

Um Blog baseado na obra de Paulo Rangel, Assassinato na Floresta

Imprensa Parcial/Imparcial Outubro 8, 2008

Arquivado em: Assassinato na Floresta — Guido Azevedo @ 1:24 am
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A Imprensa assumiu ao longo do tempo um papel formador de opinião na sociedade. No período da ditadura, ela era a mais parcial possível, só passava o que era mais que conveniete, hoje ela se diz clara, 100% imparcial, mas na verdade a mesma indica que ainda está no meio do caminho dessa realidade.

Apesar da Amazônia sempre ser o grande tesouro do país para qualquer que fosse a imprensa, ou o governo por trás dela, as informações que passavam pela imprensa eram sempre divulgavam de forma diferente.

Foi assim na morte de Chico Mendes, foi assim em queimadas na amazônia, a informação passada não era totalmente verdade, às vezes nem parte, mas hoje podemos até comemorar pela imprensa que temos comparada a de tempos antigos.

Hoje nossa imprensa diz lutar pela amazônia e defendê-la com unhas e dentes. Mas o problema é que, apesar de coisas que imprensa não deixaca saber, ainda existem coisas que que nem a imprensa sabe. O principal  papel no fundo da história é o papel de leitor, de ler e não se deixar influênciar, e sim, formae sua própia opiniâo, afinal “O leitor sabe de que lado lutamos ao longo desses agitados . controvertido mas certamente estimulantes anos (…)” (Victor Civita)

 

Da Amazônia para o mundo Outubro 7, 2008

Arquivado em: Assassinato na Floresta — Guido Azevedo @ 10:29 pm
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Chico Mendes conseguiu destaque internacional, volto entendidades, organizações e países para a Amazônia.No video abaixo Paul McCartney fala sobre Chico Mendes:

Separamos mais alguns videos sobre Chico Mendes e a Amazônia, para ver acesse nosso canal no You Tube, clicando na logomarca comemorativa do You Tube do dia do planeta, ou clicando aqui sobre o nome canal, You Tube na Floresta .

 

Assassinato na Floresta Outubro 7, 2008

A trama do livro de Paulo Rangel começa quando o editor da Tribuna da Pátria entrega ao jornalista Ivo Cotoxó um trabalho inusitado: escrever sobre uma morte de causa natural de uma serigueira, Raimunda, mordida por uma cobra na região amazônica.

Ivo Cotoxo teve vontade de matá-lo ao receber a missão, pois só podia ser mais um dos planos do maldoso chefe. Como precisava do emprego, Cotoxó foi a Benjamin Constant, cidadezinha amazonense, local do acontecido. Partiu de São Paulo, atravessando o país até Manaus, dali até a cidade destino atravessou o rio Solimões, até a divisa com a Colômbia e o Peru.

Não imaginava que a morte de uma seringueira, viúva, anônima, semi-alfabeta, poderia repercurtir nos meios nacionais e internacionais. Mas o que Cotoxó descobriu ao longo de sua trajetória, era que Raimunda havia sido assassinada, a mando de um fazendeiro que agia sob ordens de dois deputados. E estes deputados, recebiam instruções dos donos de empresas multinacionais que lucravam com a derrubada da floresta Amazônica.

Através de sua matéria, aparentemente “furada”, Cotoxó revelou a luta de pessoas sofridas e feridas que acreditavem em seus direitos de cidadãos, e lutaram a favor da Floresta Amazônica. Ele levou esta causa ao conhecimento nacional,  história finalmente possa ter chegado ao fim. Essa luta era apenas o começo para carreira de Ivo..

 

Carta-testamento de Chico Mendes Outubro 7, 2008

Arquivado em: Assassinato na Floresta — Guido Azevedo @ 2:55 am
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Essa é a última carta conhecidade de Chico Mendes, antes de morrer.

Esta é a última carta conhecida de Chico Mendes antes de morrer, nela ele conta um sonho que teve.

 

Chico Mendes Outubro 7, 2008

Arquivado em: Assassinato na Floresta — Guido Azevedo @ 2:36 am
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No começo pensei que estivesse lutando para salvar seringueiras, depois pensei que estava lutando para salvar a Floresta Amazônica. Agora, percebo que estou lutando pela humanidade.

Francisco Alves Mendes Filho

De família pobre começou a trabalhar nos seringais logo cedo, seguindo os passos de seu Pai.

Já que lhe foi negada a oportunidade de estudar, os seringueiros proibiam escolas nas vilas de trabalhadores. Indignado com a péssima condição imposta pelos donos de terra na Amazônia, começou um movimento pacifico para defender a floresta e os trabalhadores.

Começou a trabalhar em movimentos sindicais na luta pelo desmatamento e os grandes proprietários de terra. Dessa forma, entrou em conflito com os donos de madeireiras, de seringais e de fazendas de gado.

Foi eleito vereador, a partir daí sofreu as primeiras ameaças de morte por parte dos fazendeiros. Participou de debates políticos e religiosos, por causa disso foi acusado de subversão pela ditadura e passou por interrogatórios nada suaves. Foi torturado secretamente e, como estava sozinho nessa luta, não podia denunciar o fato, ou seria morto.

Ajudou a criar o partido dos trabalhadores, se tornando o lidar na região, tornou-se presidente do Sindicato dos Trabalhadores de Xapuri e foi acusado de incitar posseiros à violência, mas foi absolvido por falta de provas.

Quando liderou o Encontro Nacional dos Seringueiros, a luta dos seringueiros começou a ganhar repercussão nacional e internacional. Sua proposta de “União dos Povos da Floresta”, apresentada na ocasião, pretendia unir os interesses de índios e seringueiros em defesa da floresta amazônica. Seu projeto incluía a criação de reservas extrativistas para preservar as áreas indígenas e a floresta, e a garantia de reforma agrária para beneficiar os seringueiros.

Transformado em símbolo da luta para defender a Amazônia e os povos da floresta, Chico Mendes recebeu a visita de membros da Unep. Lá, os inspetores viram a devastação da floresta e a expulsão dos seringueiros, tudo feito com dinheiro de projetos financiados por bancos internacionais.
Logo em seguida, o ambientalista e líder sindical foi convidado a fazer essas denúncias no Congresso norte-americano. O resultado dessa viagem a Washington foi imediato: em um mês, os financiamentos aos projetos de destruição da floresta foram suspensos. Chico foi acusado na imprensa por fazendeiros e políticos de prejudicar o “progresso do Estado do Acre”.
Em contrapartida, recebeu vários prêmios e homenagens no Brasil e no mundo, como uma das pessoas de mais destaque na defesa da ecologia.

Conseguiu a desapropriação do Seringal Cachoeira, de Darly Alves da Silva, em Xapuri. Foi quando as ameaças de morte se tornaram mais freqüentes: Chico denunciou o fato às autoridades, deu nomes e pediu proteção policial. Nada conseguiu.

Pouco mais de um ano após sua ida ao Senado dos Estados Unidos, o ativista acabava de completar 44 anos quando foi assassinado na porta de sua casa. O fazendeiro Darly Alves da Silva e seu filho, Derli, foram julgados e condenados a 19 anos de prisão, pela morte de Chico Mendes.

 

Poluição do Ar Outubro 6, 2008

Arquivado em: Assassinato na Floresta — Guido Azevedo @ 8:25 pm
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O desenvolvimento das cidades e das indústrias tem aumentado, em todo o mundo, a emissão de gases poluentes à atmosfera. Esse aumento se deve, principalmente, à queima de combustíveis fósseis como o carvão mineral e os derivados do petróleo que são altamente importantes como fonte de energia de indústrias e transporte, o que dificulta bastante a extinção do seu uso.

Tal problema pode provocar uma degradação dos ecossistemas devido ao lançamento de inúmeras substâncias (radioativas, ácidas, recalcitrantes, etc.) e não respeita fronteiras. Este tipo de poluição pode dar origem às alterações climáticas, à diminuição da qualidade do ar, a problemas de saúde nos seres vivos como diversas doenças respiratórias, e principalmente, à intensificação do efeito estufa. Tal fenômeno é natural e mantém a Terra aquecida ao impedir que os raios solares sejam refletidos para o espaço e que o planeta perca seu calor.

O que vem ocorrendo é o aumento do efeito estufa causado pelas intensas atividades humanas, sendo a principal delas a liberação de CO2 (dióxido de carbono) na atmosfera. Esse gás contribue naturalmente para o efeito estufa, mas com a sua grande ocorrência na atmosfera, está resultando o chamado aquecimento global.

 

Seringueiros Outubro 1, 2008

Arquivado em: Assassinato na Floresta — Guido Azevedo @ 1:06 am
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São denominados seringueiros homens ulheres que trabalham na extração de látex da seringueira. Essa árvore é restrita e abundante a região do Rio Amazonas, ao ser cortada é possível extrair um líquido branco chamado de látex que cozido se transforma em borracha. Esses trabalhadores lutaram ao lado de Chico Mendes contra o desmatamento na floresta Amazônica utilizando o próprio corpo para proteger as seringueiras, todo esforço foi retribuído, conseguiram ao menos diminuir o problema, porém ele volta a crescer e se torna um problema que todos nós temos que tentar solucionar.